quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Os 5 perfis mais característicos dos brasileiros com relação ao dinheiro.É cultural!

Edição do dia 17/10/2017
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17/10/2017 21h16 - Atualizado em 17/10/2017 21h16
Pesquisa identifica perfis típicos dos brasileiros quando assunto é dinheiro
Estudo quis saber por que a poupança é tão baixa no país e identificou os cinco perfis mais comuns dos brasileiros em relação ao dinheiro.
 Uma pesquisa para descobrir por que a poupança é tão baixa no nosso país identificou os cinco perfis mais comuns de brasileiros quando o assunto é dinheiro.
Se você quiser economizar, precisa ver quem você é, como fizeram a Zelita e o William.
“Economizar mesmo, porque se não economizar, não tem nada", disse a diarista Zelita Pereira da Silva.
“Quase nunca sobra. Está sempre faltando", contou o fisioterapeuta William Elias Abdalla.
 Todo mundo gosta de ter uma imagem positiva, mas essas que muita gente posta nas redes sociais, cheias de retoques, essas não valem. É preciso fazer um retrato real. A pesquisa mostrou que os brasileiros se enquadram em cinco perfis. Cada um com pontos positivos, que podem ser incentivados, e negativos, que precisam ser melhorados.
A Zelita e o William fazem parte dos dois perfis mais encontrados na população brasileira, como mostra um levantamento feito com mais de duas mil pessoas em 130 cidades.
Zelita é uma construtora. Uma pessoa organizada, que costuma poupar sempre, mesmo que pouco, mas não se arrisca, tem medo de perder. Pode deixar boas oportunidades passarem. Ela trabalha como diarista e, com muita disciplina e esforço, conseguiu construir a casa dela.
“Eu tenho que pôr na mente, focar naquilo que eu tenho que fazer e eu vou economizando dinheiro", disse a diarista.
Já o William é fisioterapeuta em um hospital. “Aconteça o que acontecer, você dá um jeito de se adaptar a uma nova situação", contou.
Ele é um camaleão: consegue viver com pouco, não poupa, mas é adaptável. Em uma crise, ele se vira bem melhor que os outros.
Os outros perfis representam percentuais menores da população. O planejador tem objetivos e prazos para cumprir. Guardar dinheiro é um compromisso, mas é pouco flexível se os planos não saírem como previsto.
O despreocupado é imediatista, pensa sempre no agora e não se preocupa em poupar, mas tem muito jogo de cintura. O sonhador é ousado e gosta de correr riscos, mas investe só de vez em quando.
“Não existe o melhor perfil. A gente conseguiu ver pessoas de níveis sociais e de idades diferentes em cada um desses perfis. A partir do autoconhecimento, você entende o que é relevante para você mudar ou minimizar aquelas características que podem não ser muito positivas para a sua vida financeira”, explicou a superintendente de educação da Anbima, Ana Cláudia Leoni.
No caso da "construtora" Zelita, uma das dicas é descobrir que guardar dinheiro é diferente de investir e que, às vezes, é preciso se arriscar para ganhar mais. “Conseguir fazer tudo que eu queria, não está do jeito que eu bem queria não, mas eu estou chegando lá”, disse.
Para o "camaleão" William, é preciso organizar melhor o orçamento doméstico para que sobre um pouco e ele possa investir no futuro. “Procurar ser um pouquinho mais equilibrado. Ser menos emotivo, menos emoção e mais razão”, declarou o fisioterapeuta.
A pesquisa mostra que ninguém consegue mudar completamente de perfil. Nós somos aquilo que vemos, mas, com alguns ajustes no jeito que cada um lida com o dinheiro, a gente consegue enxergar mais longe.
Fonte:  http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/10/pesquisa-identifica-perfis-tipicos-dos-brasileiros-quando-assunto-e-dinheiro.html
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Interessante,isso!

Como você lida com dinheiro? Faça o teste!
Uma pesquisa da Anbima identificou os cinco principais perfis de como os brasileiros lidam com o dinheiro. Descubra o seu e veja dicas de como se sair melhor nas finanças. 
No meu resultado final deu: 
 
Construtor
Construtor
O construtor é aquele que gosta de ter sempre o controle da situação. É cauteloso e não se arrisca, prefere se sentir seguro de suas escolhas e tem aversão a perdas. Dá um passo de cada vez. Acumular recursos é uma forma de se sentir seguro. O esforço é mais prazeroso do que o resultado final. Ele costuma dispensar as estratégias e ferramentas financeiras na hora de cuidar do dinheiro. Pensa dia após dia no amanhã, em pequenas quantidades, mas de forma consistente.

Se você se identifica com esse perfil, veja algumas dicas:
• Investir é diferente de guardar dinheiro. É preciso estudar as opções disponíveis e optar por aquela que possa ajudar a colocar mais tijolos na sua construção!
• Ao investir, você pode começar com aquelas opções mais conservadoras e, na medida em que for se sentindo mais confortável com o tema, pense em diversificar parte de suas economias e fazer o dinheiro trabalhar um pouco a seu favor.
• Busque sempre ajuda especializada para a tarefa de investir.
Agora faça o seu teste. Link:  http://especiais.g1.globo.com/jornal-nacional/2017/como-voce-lida-com-dinheiro-faca-o-teste/

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Glória Perez em Belém do Pará!Inesquecível!

A ilustre amazônida urbana de Rio Branco,a capital do Acre, a escritora de telenovelas mais top da Globo,esteve em Belém,a capital do Pará,fazendo uma visita efêmera na cidade para conhecer a maior procissão católica do Brasil.

'O maior espetáculo que já vi', diz a autora Glória Perez sobre o Círio;

Autora da novela "A força do querer" veio pela primeira vez até Belém acompanhar a procissão. Ela foi homenageada na Festa da Chiquita.
 Artistas e celebridades nacionais participaram das procissões do Círio de Nazaré este ano. Entre os convidados da Varanda de Nazaré, que tem a cantora paraense Fafá de Belém como anfitriã, está a escritora Glória Perez, autora da novela “A Força do Querer”, que está no ar na TV Globo.

Glória foi a grande homenageada da Festa da Chiquita, programação voltada à visibilidade LGBT que ocorre logo após a Trasladação, na procissão noturna do Círio, realizada no sábado (7).
 Eloi Iglesias, criador e organizador da Chiquita, entregou à Glória o “Veado de Ouro”, em reconhecimento à importância da novela para fomentar os debates sobre a transexualidade, com o personagem Ivan, homem trans. 
 Glória conta que é a primeira vez que vem até Belém acompanhar a procissão. 

 “O Círio foi a maior emoção que eu já tive assistindo a um espetáculo. Pretendo vir todos os anos”, declara a autora. 

 Nascida no Acre, Glória escolheu o Pará como tema de sua atual novela. “Este estado tem uma cultura que sempre me fascinou. A novela fez com que o Brasil se apaixonasse pela cultura do Pará. A Lenda do Boto, as frases, as palavras que se usam aqui. Eu mesma já uso “pavulagem” no meu dia a dia, além do ‘égua!’”, conta. 
 Círio 2017: Glória Perez na Varanda de Nazaré  (Foto: Led Produções )
 

Processar sem auxílio de um advogado?Eu te ensino!

Como processar uma pessoa ou empresa sem precisar de advogado

 Como processar uma pessoa ou empresa sem precisar de advogado

Pagar para um profissional entrar com ação na Justiça é inacessível para muitas pessoas. Veja como garantir seus direitos sem ajuda de advogado.
Ao se deparar com uma dessas situações, o mais comum é procurar um advogado que possa orientar sobre as medidas a serem tomadas e conhecer quais são os direitos perante ao ocorrido. Contratar um advogado, no entanto, não é um procedimento simples. Dependendo do caso, os valores cobrados pelo profissional são muito altos e nem sempre a solução será imediata, o que acaba por desanimar o reclamante. Este pode desistir de recorrer à Justiça e se conformar com o prejuízo ou os danos.
Em alguns casos, é possível processar uma pessoa ou empresa sem precisar de um advogado, o que facilita muito a vida de quem não tem condições de arcar com os custos de uma ação na Justiça. Nem todos sabem, mas, por lei, processos no valor de até 20 salários mínimos podem ser feitos gratuitamente junto ao Juizado Especial Cível (o antigo Juizado de Pequenas Causas), sem a necessidade de um profissional presente. Tire suas dúvidas sobre como abrir a reclamação sem um advogado.

Documentos necessários para entrar com a ação

Todos os documentos que sirvam como prova do dano sofrido devem ser anexados ao processo, como notas fiscais, cartas, e-mails trocados, fotos, laudos e prints de mensagens de texto. Também é possível indicar até três testemunhas para depor a favor. Nsse caso, é necessário informar o nome completo e endereço de cada um para que a intimação possa ser realizada.

Prazo para entrar com uma ação

Segundo o artigo 205 do Código Civil, o prazo para prescrição de uma causa ocorre em dez anos, quando a lei não fixar um prazo menor; isso significa que o reclamante tem até dez anos para recorrer à Justiça em busca da reparação de danos. O artigo 206 cita em quais casos a prescrição acontece antes:
§ 1o Em um ano:
I – a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a consumo no próprio estabelecimento, para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos;

II – a pretensão do segurado contra o segurador, ou a deste contra aquele, contado o prazo:
a) para o segurado, no caso de seguro de responsabilidade civil, da data em que é citado para responder à ação de indenização proposta pelo terceiro prejudicado, ou da data que a este indeniza, com a anuência do segurador;
b) quanto aos demais seguros, da ciência do fato gerador da pretensão;
III – a pretensão dos tabeliães, auxiliares da justiça, serventuários judiciais, árbitros e peritos, pela percepção de emolumentos, custas e honorários;
IV – a pretensão contra os peritos, pela avaliação dos bens que entraram para a formação do capital de sociedade anônima, contado da publicação da ata da assembléia que aprovar o laudo;
V – a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade.
§ 2o Em dois anos, a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se vencerem.
§ 3o Em três anos:

I – a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos;
II – a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias;
III – a pretensão para haver juros, dividendos ou quaisquer prestações acessórias, pagáveis, em períodos não maiores de um ano, com capitalização ou sem ela;
IV – a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa;
V – a pretensão de reparação civil;
VI – a pretensão de restituição dos lucros ou dividendos recebidos de má-fé, correndo o prazo da data em que foi deliberada a distribuição;
VII – a pretensão contra as pessoas em seguida indicadas por violação da lei ou do estatuto, contado o prazo:
a) para os fundadores, da publicação dos atos constitutivos da sociedade anônima;
b) para os administradores, ou fiscais, da apresentação, aos sócios, do balanço referente ao exercício em que a violação tenha sido praticada, ou da reunião ou assembléia geral que dela deva tomar conhecimento;

c) para os liquidantes, da primeira assembléia semestral posterior à violação;
VIII – a pretensão para haver o pagamento de título de crédito, a contar do vencimento, ressalvadas as disposições de lei especial;
IX – a pretensão do beneficiário contra o segurador, e a do terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
§ 4o Em quatro anos, a pretensão relativa à tutela, a contar da data da aprovação das contas.
§ 5o Em cinco anos:
I – a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular;
II – a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da cessação dos respectivos contratos ou mandato;
III – a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo.
Se a causa for de consumo, vale o Código de Defesa do Consumidor, que também estabelece prazos nos artigos 26 e 27.

Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I – trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis;
II – noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.
§ 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.
§ 2° Obstam a decadência:
I – a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor de produtos e serviços até a resposta negativa correspondente, que deve ser transmitida de forma inequívoca;
III – a instauração de inquérito civil, até seu encerramento.
§ 3° Tratando-se de vício oculto, o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito.
Art. 27. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço prevista na Seção II deste Capítulo, iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.

O pedido poderá ser formulado pela própria pessoa no setor de distribuição do fórum.


Custos com a ação

No primeiro grau de jurisdição tudo é gratuito. Se houver recurso é necessário pagar, com exceção os casos em que a pessoa tem direito a assistência judiciária gratuita.

Prazo médio para a ação ser analisada e sair uma sentença

De 90 até 120 dias, se não houver o acordo. Caso as partes tenham feito acordo na audiência de conciliação, o processo termina geralmente em 30 dias, que é o limite de pauta no Foro Central.

As regras para ações de pequenas causas

A lei número 9.099/95, em seu artigo 61, definiu como sendo de competência dos Juizados Especiais Criminais a decisão de conciliação.
O julgamento e a execução das infrações penais de menor potencial ofensivo são responsabilidade dos Juizados e é válida para todo o país.

Plataformas online

Com objetivo de incentivar a população a ir atrás de seus direitos sem precisar pagar por um advogado, foram criadas plataformas online que visam agilizar o processo e facilitar o procedimento na hora de abrir uma ação.
Exemplo disso é o site Processe Aqui, que auxilia pessoas a solucionarem seus problemas de forma simples,
rápida e gratuita. Em apenas quatro passos é possível preencher os dados, indicar a empresa que vai processar, citar o problema e finalizar a reclamação. Posteriormente, será enviado por e-mail um link para baixar a petição pronta para imprimir.

Vale lembrar que no terceiro passo, quando é solicitado a descrição do problema, existem opções pré-estabelecidas. Portanto, se a questão do consumidor não se encaixar em uma delas, o caso necessita de um advogado para ser resolvido em um fórum comum.
Segundo informações do site Processe Aqui, depois de finalizada a petição, você é informado sobre quais documentos deverão ser anexados ao processo. Em seguida, você deve ir ao juizado responsável, o funcionário do fórum registra a reclamação na hora e você já sai com o número do processo e com a data da audiência de conciliação.




quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Racismo,tortura e homofobia numa cidade grande da Amazônia!

Tortura em shopping durou uma hora

Quinta-Feira, 03/12/2015, 07:39:46 - Atualizado em 03/12/2015, 07:39:46

Tortura em shopping durou uma hora (Foto: Marco Santos)
Sidivaldo (de camisa preta) e Fany: 1 hora de pânico e terror (Foto: Marco Santos)
Após a repercussão do vídeo que mostra dois jovens sendo torturados por três seguranças do Parque Shopping, as vítimas deixaram o medo de lado e resolveram falar sobre o assunto. O vídeo circulou pela internet na última terça-feira (1), mas o fato aconteceu no sábado (28). Ainda psicologicamente abalados por tudo o que viveram em 1 hora dentro de uma sala, os estudantes Sidivaldo Ferreira, 20 anos, e Fany Castro, 18, acreditam que foram vítimas de preconceito racial e também pelo fato de serem homossexuais.
Os rapazes relataram ao DIÁRIO que, por volta das 20h30 do sábado, conferiam as ofertas de confecções em umas das lojas do primeiro piso. De repente, foram surpreendidos por dois seguranças que os acusaram de estar furtando produtos. Mesmo sem provas do crime, os dois rapazes foram levados por três seguranças do shopping para uma sala.
No vídeo que mostra parte da sessão de torturas, Sidivaldo leva 33 chineladas nas mãos e uma no rosto. Fany aparece ao fundo, em pânico, com algo que parece ser uma touca na cabeça. Não era. Tratava-se, na verdade, de um saco. Segundo ele, o saco foi utilizado para um tipo de tortura muito pior do que chineladas. “Eles sufocaram a gente, com os sacos na cabeça”, denuncia Fany.
As vítimas dizem, ainda, que foram agredidas em todo o corpo e submetidas a choques elétricos. Temendo que algo de pior acontecesse, Sidivaldo e Fany decidiram buscar ajuda. Segundo eles, os agressores os obrigaram a passar o endereço de suas casas e chegaram a ameaçá-los, se contassem a alguém.
Movimentos de Direitos Humanos foram mobilizados para cobrar a punição dos envolvidos. Além disso, o caso será denunciado à Polícia Civil para que seja aberto inquérito. Em nota, o Parque Shopping informou que os agressores foram identificados e que, de fato, eram funcionários do estabelecimento. O shopping informou, ainda, que repudia atos de violência, sobretudo por parte de seus colaboradores e está tomando as devidas providências. Os três agressores serão demitidos.

"A gente gritava, mas eles não paravam"
DIÁRIO: O que aconteceu dentro daquela sala?
Fany: Foi horrível! Pânico! Pegamos porrada de graça. O que revolta é que não roubamos nada! Foram chutes e choques durante 1 hora. Queriam me sufocar, com um
saco na cabeça.
Sidivaldo: Pisaram com aquelas botas nas minhas costas, me chutaram. Jogaram água na gente e depois deram vários choques. Sofremos
muito naquela sala. Foi um inferno.

DIÁRIO: O que eles diziam?
Fany: Quando descobriram que eu era travesti e Sidivaldo era gay, aí que falavam que não iam parar. Diziam que ‘viado’ tinha de apanhar em dobro. A gente gritava, mas eles não paravam. Diziam
que iam cortar meu cabelo, pra eu virar homem.
DIÁRIO: Por que vocês demoraram a denunciar?
Fany: A gente ficou com medo, por causa das ameaças. Fizeram a gente dizer onde morava e disseram que algo pior aconteceria se a gente denunciasse. A minha mãe perguntou por que eu havia chegado daquele jeito: assustado e com marcas roxas. Tive de mentir. Disse que caí na rua. Nossa família só descobriu quando o vídeo foi divulgado.
(Michelle Daniel/Diário do Pará)
Fonte:  http://www.diarioonline.com.br/noticia-352214-.html

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Nesta "Igreja Veio a Minha Revelação da Benção"!!!

...daquilo que eu iría ganhar de Deus quase um mês após ser revelado pela pastora Marta Lúcia!Deus adivinha e sabe tudoooo!Toma posse também da tua vitória!É só fazer o bem e ter muita fé!Muitíssimo obrigado meu JESUS pela grande benção que veio de muito longe,maravilhosa!Tudo que eu escrever aqui ainda será muito pouco perto do que o Senhor já fez por mim e por todos aqueles que te "ADORAM"!MUITO,MUITO,MUITO,MUITÍSSIMO OBRIGADO MEU JESUS!ALELUIA!GLÓRIA A DEUS!AMÉM.
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O primeiro brasileiro a conquistar uma medalha de ouro nos "Jogos Olímpicos",foi paraense!Por isso ele é histórico!

Guilherme Paraense

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Guilherme Paraense
campeão olímpico
Tiro
ModalidadePistola
Nascimento25 de junho de 1884
Belém, Brasil
NacionalidadeBrasil brasileiro
Falecimento18 de abril de 1968 (83 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Medalhas
Jogos Olímpicos
OuroAntuérpia 1920Pistola rápida
BronzeAntuérpia 1920Pistola livre por equipes
Guilherme Paraense (Belém, 25 de junho de 1884 — Rio de Janeiro, 18 de abril de 1968) foi o primeiro esportista brasileiro a conquistar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, modalidade tiro. Foi militar integrante do Exército Brasileiro, com a patente de tenente e atleta do Fluminense Football Club.

Olimpíada[editar | editar código-fonte]

Paraense embarcou para Antuérpia, em 1920, com delegação de vinte companheiros de modalidades diferentes (natação, polo aquático, saltos ornamentais, remo e tiro esportivo) a bordo do navio Curvello, todos por conta própria, pois o COB não organizou a viagem oficial.[1] A precariedade da viagem foi grande, de 3ª classe em camarotes pequenos e sem ar, os atletas dormiram no chão do bar, após a saída do último cliente, precisando acordar cedo para treinar improvisadamente no convés.[1]
Informados na Ilha da Madeira de que o navio não chegaria a Antuérpia a tempo de participarem das provas, desceram em Lisboa, de onde prosseguiram de trem até a Bélgica, em um trem aberto, sob chuva e sol.[1][2] Após viagem que durou 27 dias, na conexão em Bruxelas parte das armas e a munição de Paraense foram roubadas.[2]
Com tantos percalços, a equipe brasileira de tiro (formada por Afrânio Costa (capitão), Sebastião Wolf, Dario Barbosa, Fernando Soledade, Demerval Peixoto, Mario Maurity e Guilherme Paraense)[1] chegou aos Jogos com moral baixa, sem alimentação e sem material esportivo. Impressionados com a situação dos colegas, os atiradores americanos lhes emprestaram armas e munição, modernas fabricadas especialmente pela Colt, e com elas os brasileiros derrotaram seus benfeitores, ganhando ouro, prata e bronze no Tiro. Paraense, porém, ganhou o ouro com sua própria arma, guardada até hoje por sua filha Oysis Paraense Ferreira.[3]

Medalhas[editar | editar código-fonte]

Paraense venceu a prova de pistola rápida,[4] na prova de desempate individual e, conquistando a primeira medalha de ouro olímpica brasileira, em 3 de agosto de 1920. Sendo também medalhista de bronze por equipe na prova de pistola livre.

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Retornando da Europa com a equipe, desta vez num navio bem mais confortável que o Curvello, depois que a notícia da façanha chegou ao Brasil, Paraense foi recebido pelo então presidente da República Epitácio Pessoa e ganhou uma placa de ouro comemorativa. Em 1989 foi homenageado pelo Exército Brasileiro, que batizou com o nome "Polígono de Tiro Tenente Guilherme Paraense" o conjunto de estandes de tiro da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ).[1][5]
Em 1922, foi campeão sul-americano de tiro esportivo.
Paraense seguiu sua carreira militar, chegando ao posto de coronel. Participou da Revolução de 1930.
Em 1968, faleceu aos 83 anos de enfarte no Rio de Janeiro, sendo mais reverenciado na Europa que no Brasil.[1][5]