quarta-feira, 5 de agosto de 2015

"POLÊMICA MADE CAMINHO DAS ÍNDIAS!!!"

Hijra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    
Uma Hijra de Goa, Índia em 1994.
Hijras são pessoas transgêneros e intersexuais MtF (Male to Female, "de Homem para Mulher", em português) da Índia, do Paquistão e de Bangladesh, ainda praticamente desconhecidas no Ocidente.
Não confundir com os Higrain. Que são casais héteros que praticam a inversão de papéis, onde a mulher se coloca na postura masculina e o homem feminina durante a relação sexual (a penetração é feita pela mulher ) e também a dilatação anal e vaginal , esses casais são considerados sagrados, pois cultuam a milenar arte da energização de Shiva e Shakti energia da força vontade e da prosperidade


Castração[editar | editar código-fonte]

Entre os indianos da cidade de Varanasi, ao norte da Índia, há rituais de castração onde os homens castrados se vestem como mulher e são aceitos e explicados culturalmente, a exemplo de hijras e jankhas. Muitos homens são castrados por sacerdotisas para servirem de escravos a elas, ou para terem relações com elas, já que as mesmas devem permanecer virgens por toda vida. Nesses rituais de castração, as sacerdotisas usam uma adaga para remover o pênis e os testículos, com o devido cuidado para mantê-los vivos. Depois de castrados, esses eunucos são vestidos de mulher e marcados para servir fielmente àquela que os castrou. Alguns Hijras são castrados ainda criança enquanto outras a pedido de mães que tiveram seus filhos assediados por homens de castas inferiores.
Na Índia, se considera que a castração, tanto masculina como feminina, deve ser praticada por mulheres especializadas e treinadas para tal. Algumas mulheres são treinadas nas artes da sedução para poderem se aproximar dos homens ou das mulheres que devem castrar. A traição também pode resultar na castração da parte infiel, as vezes a mulher traída poderá castrar totalmente ou parcialmente seu namorado ou marido traidor. Os homens castrados podem se juntar às Hijras ou ficar com suas famílias, mas, na maioria das vezes, vestem-se de mulher. [1] [2]
Segundo MONEY (1988),[3] as hijras podem ser consideradas tanto como indivíduos pertencentes a uma casta, quanto a um culto. Possuem uma deusa própria, Bahuchara Mata. Pela medicina ocidental, podem ser consideradas transexuais masculinos.[2]

Hinduísmo[editar | editar código-fonte]

Ocidentais que lidam com as hjiras, por quaisquer que sejam as razões, frequentemente tendem a exagerar a relação delas com a cultura hindu ou com o hinduísmo. Isso não é estranho, já que no Ocidente o hinduísmo tende a ser identificado com "tolerância, paciência e não violência", enquanto que o islamismo com "terrorismo, fanatismo, opressão". Por isso os europeus, os norte e sul-americanos relacionem automaticamente a questão da diversidade de gênero ao hinduísmo e não ao islamismo. Contudo, a comunidade hijra está tão enraizada no islamismo indo-paquistanês como no hinduísmo em si. Muitas delas, senão a maioria, são muçulmanas – não só no Paquistão e em Bangladesh, mas na secular Índia hindu –, e sua conexão com as dinastias islâmicas que governaram a Índia é motivo de orgulho, inclusive para as hijras que professam o hinduísmo.

Origem do Termo[editar | editar código-fonte]

Hijra é o termo mais frequente usado para descrevê-las. É derivado do urdu, a língua poética da cultura islâmica do subcontinente indiano. Outra palavra amplamente usada por eles é khusra, que vem da língua punjabi (noroeste da Índia, nordeste do Paquistão). O termo muçulmano mukhannath (ou muhannas) é também usado em certos contextos, e muitas hijras o preferem. Na literatura inglesa a palavra eunuco é mais frequentemente empregada para se referir a elas. É correta até certo ponto, ou seja, no caso de esse termo ser relacionado ao pensamento muçulmano medieval do que significava um eunuco: que era basicamente um homem emasculado. Contudo, essa ideia pode levar a conclusões enganosas de que as hijras são "homens castrados", já que em sua esmagadora maioria são transexuais, transgêneros ou intersexuais.

Sociedade[editar | editar código-fonte]

Algumas hijras afirmam que sua sociedade já foi conhecida desde Índia até Espanha, quando da expansão do Império Otomano. Outras, que fizeram os Hajj (peregrinação a Meca) insinuam uma conexão próxima entre sua sociedade e a antiga comunidade dos eunucos que guardavam o túmulo do profeta Maomé e o sagrado mosteiro de Meca. Levando isso em consideração, as comunidades muçulmanas hijras de hoje em dia são as únicas sobreviventes intactas da sociedade mukhannath islâmica medieval, tendo até mesmo ligações antigas com as tradições hindus.

Hijras na política[editar | editar código-fonte]

Na Índia, o direito de voto só foi concedido aos eunucos a partir de 1994. Uma hijra chamada Shabnam Mausi (literalmente: "tia Shabnam") fez história por se tornar a primeira hijra a ser eleita para a Assembléia Legislativa do estado de Madhya Pradesh na legislatura de 1998 a 2003. No novo milênio, várias hijras ganharam destaque em Madhya Pradesh. Cinco delas, incluindo Shabnam, batizadas como 'paanch Pandavas' (cinco Pandavas), foram eleitas para vários cargos públicos. Kamla Jaan tornou-se prefeita de Katni, enquanto Meenabai tornou-se presidente da câmara do município de Sehora, a mais antiga entidade cívica do país.[4] [5]


Ver também[editar | editar código-fonte]

domingo, 12 de julho de 2015

EU RECOMENDO!!!


Aposente-se com Imóveis

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Como você tem organizado esses investimentos até o momento?
Essa é uma das primeiras perguntas que eu faço às pessoas que acompanham os relatórios de aposentadoria da Empiricus.
Tenho uma estatística formada pelas respostas. Em aproximadamente 44% dos casos, o leitor cita pelo menos um tipo de patrimônio imobiliário. Para aqueles com mais de 35 anos, a proporção salta acima de 56%.
Só para esclarecer: não vale falar da casa em que você mora, nem do apartamento na praia. A resposta admite apenas imóveis detidos para fins de investimento.
Não há surpresa nesses percentuais elevados. Imóveis combinam perfeitamente com estratégias de enriquecimento em longo prazo, por casarem rendimentos recorrentes com valorização do capital investido.
O curioso é que mesmo quem não cita imóveis gostaria de citar, pois coloca a categoria como resposta de outra das perguntas que eu faço: quais investimentos você imagina como ideais para compor um plano perfeito de aposentadoria?
O brasileiro gosta de investir em imóveis, e tem razões históricas para justificar esse gosto. Há de ter razões futuras também.

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Dado o consenso em torno do tema, precisamos então fazer uma terceira pergunta:
Como tornar o investimento em imóveis mais acessível?
Minha solução preferida: fundos imobiliários listados em Bolsa, os chamados FIIs.
A partir de R$ 5.000, você começa a aplicar em FIIs de maneira simples e vantajosa, recebendo alugueis mensais sobre uma parte de imóveis comerciais, residenciais, galpões, hospitais, escolas, hotéis, agências bancárias etc…
Sabe aquele predião na Av. Paulista que você adora ver decorado no Natal? Um pedaço dele pode ser seu, e você aluga esse pedaço para ganhar dinheiro todo mês.
Assim fica mais fácil decorar seu próprio Natal em 2024.
E os fundos imobiliários têm muitas vantagens que tornam o investimento atrativo.
O rendimento distribuído dos FIIs possui isencão fiscal. Isso mesmo, imposto zero. O único imposto cobrado do cotista são os 20% sobre o ganho de capital no momento de venda das cotas.
A proteção à inflação ocorre pois a maioria das receitas dos ativos imobiliários é atualizada anualmente por indicadores como IGP-M e IPCA. Isso impede que o investimento fique parado no tempo.
Além disso, comprando uma cota no lugar de uma imóvel, você se livra do trabalho de administração do imóvel, que fica a cargo de uma instituição com expertise no assunto.
Escrevi um relatório explicando porque investir em Fundos Imobiliários é um bom negócio. Coloque seu email abaixo que te enviarei gratuitamente.
Coloque seu e-mail abaixo
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segunda-feira, 6 de julho de 2015

MARVEL MUSIC MADE ITÁLIA EM COTIJUBA!!!

É TÃO MARAVILHOSA A PRAIA DO VAI-QUEM-QUER QUE ATÉ PIC-NIC MUSICAL ENVOLVENDO 03 IRMÃOS ITALIANOS ACONTECE LÁ!UH,LÁ,LÁ!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

E SE FIZESSEM O MESMO EM COTIJUBA?


Para conter visitação, governo estuda cobrar entrada na Ilha Grande a partir de 2016

Objetivo é proteger áreas que recebem mais gente do que suportam. ONG recebe R$ 2 milhões para planejar concessão

por

 
RIO — Visitar uma das 113 praias da Ilha Grande, na Costa Verde fluminense, pode ficar mais caro ainda no primeiro semestre do ano que vem. O secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, afirmou, na quarta-feira, que o governo estuda implementar um modelo de PPP (parceria público-privada) na joia ambiental do Rio, nos moldes do que ocorre no arquipélago de Fernando de Noronha. O objetivo, explicou, é garantir um turismo sustentável e menos invasivo. Estudos apontam que praias como Araçatiba, Provetá e Japariz estão recebendo mais gente do que podem suportar.
A ONG Instituto Semeia recebeu R$ 2 milhões do Fundo Mata Atlântica do Rio, composto por dinheiro de compensações ambientais de empresas, para desenvolver o projeto. No ano passado, o instituto coordenou um modelo de concessão do circuito ecológico Rota Lund, em Minas Gerais.
— O poder público não tem braço para controlar a Ilha Grande. E temos problemas de superlotação em alguns locais. O modelo ainda está sendo estudado, mas a ideia é que no primeiro semestre do ano que vem esteja definido. Pode ser uma concessão plena ou patrocinada. A Ilha Grande vai ter muita atratividade — disse o secretário.
A Ilha Grande abrange três unidades de conservação estaduais — uma Área de Proteção Ambiental (APA) Tamoios, o Parque Estadual da Ilha Grande e a Reserva Biológica da Praia do Sul. Além da taxa de controle ambiental, o projeto prevê a instalação de roletas nos pontos de embarque de Angra dos Reis, Mangaratiba e Conceição de Jacareí e no desembarque na Vila do Abraão.
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Somente no ano passado, a Ilha Grande recebeu 450 mil visitantes. A maior concentração populacional fica na Vila do Abraão. Com cerca de 4 mil moradores fixos, o local, porta de entrada do santuário, recebe nos feriados até 5 mil visitantes.
. REFLORESTAMENTO ON-LINE
A Secretaria estadual do Ambiente lançou, na quarta-feira, duas ferramentas que permitem o acompanhamento em tempo real das ações de reflorestamento no Estado do Rio: o Portal de Restauração Florestal e o Banco Público de Áreas para Restauração (Banpar). O site www.restauracaoflorestalrj.org mostra um mapa detalhado de todas as áreas que estão recebendo mudas da Mata Atlântica. É possível ter acesso às áreas de plantio e dos detalhes das ações já feitas.
A ferramenta, que conta com o patrocínio da Petrobras e da Sociedade Ecoatlântica, permite o contato direto de produtores rurais que querem cadastrar terras disponíveis para restauração e empreendedores que demandam oferta de áreas para cumprir suas obrigações ambientais de replantio. Já foram cadastradas áreas que somam 2 mil hectares. A expectativa do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) é que mais 8 mil hectares entrem no portal.
— É um cadastro voluntário e gratuito. Não divulgamos a identidade dos empreendedores e dos proprietários — explicou André Corrêa.
Em maio, O GLOBO mostrou que o Rio ainda tem 30% de sua área composta por remanescentes da Mata Atlântica. Cerca de 40% do território fluminense estão dentro de unidades de conservação.
FONTE:  http://oglobo.globo.com/rio/para-conter-visitacao-governo-estuda-cobrar-entrada-na-ilha-grande-partir-de-2016-16633823?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

CAUSOU POLÊMICA HEIN NÉLSON RODRIGUES!

Veja relato 25/04/2015 - 16h13

Após polêmica com a marca Use Huck, Luciano Huck decide abandonar a grife

''Depois dessa última confusão, aprendi que meu maior patrimônio é meu nome'', disse o apresentador.
Reprodução
As camisas da coleção infantil saíram com a frase: ''vem ni mim que eu tô facim''
Depois da polêmica das camisas infantis da marca Use Huck, o apresentador Luciano Huck decidiu abandonar a grife. Em entrevista a um colunista da Veja, o apresentador disse que o erro nas camisas infantis que saíram com a frase: "vem ni mim que eu tô facim", o fez repensar em sua parceria com a grife.
"Depois dessa última confusão, aprendi que meu maior patrimônio é meu nome e, por isso, não posso associá-lo a algo que fuja do meu controle. Claro que não foi um erro intencional, tanto da parte deles quando da minha. Mas preferi me desligar da Use Huck", disse ele. Após o ocorrido, Luciano Huck ainda pediu desculpas por erro de estampa em coleção infantil, por meio de sua conta no Facebook.
 Com dedicação total à TV, Huck afirma que ainda permace com investimentos de
start-ups. "Ainda faço investimentos em projetos de start-ups com uma molecada inteligente, mas o meu tempo hoje é 100% dedicado à TV e ao que está da porta para dentro da minha casa. A gente trabalha com criação e precisa dar essa engraxada' na cabeça, para ela ficar em ordem, com família, os filhos e os amigos", afirmou o apresentador.


Redação O Povo Online
 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

COMPROVADO CIENTIFICAMENTE

Estudo mostra que as mulheres carregam o DNA de parceiros sexuais.

Seja cuidadoso com quem você dorme com: Estudo mostra que as mulheres carregam o DNA de parceiros sexuais


Os cientistas descobriram que uma minoria considerável de mulheres têm sequências de genes do cromossomo Y no sangue. Isso é interessante porque, como você deve saber, cromossomos Y são os cromossomos que pertencem aos homens, e a pergunta para senhoras, o que eles estão fazendo lá, e de onde eles vêm? 
 
Estudando 

Uma resposta óbvia seria de gravidez de um filho homem,pois  cada mulher que está grávida ainda carrega as células de seu feto dentro de sua corrente sanguínea. Células da gravidez irão residir no sangue e órgãos da mãe para o resto de sua vida. Mesmo depois que a gravidez seja terminada ou se houver um aborto os ditos genes permaneceriam com a mãe. Há um nome para esta condição, ela é chamado micromerismo , que é nomeado como homenagem a quimera grega, um monstruoso animal míticos, cuspidor de fogo que é composto de partes de três animais um leão, uma cobra e uma cabra. Ok, então isso explica tudo, bem, pelo menos essa explicação faz sentido para as mulheres que deram à luz a filhos. Mas o que dizer das mulheres sem filhos que ainda tinham células masculinas em sua corrente sanguínea? 


Esta foi uma chamada para um estudo, que foi feito por imunologistas no Fred Hutchinson Cancer Center, em 2004. Neste estudo, eles colheram amostras de 120 mulheres que nunca tiveram filhos. Eles descobriram que 21% dessas mulheres tiveram DNA masculino. As mulheres foram, então, divididas em quatro grupos de acordo com a história da gravidez: Grupo A teve apenas filhas, Grupo B tinha tido um ou mais abortos, Grupo C tinha abortos induzidos e Grupo D nunca tinham estado grávidas antes. A prevalência de  micromerismo macho foi consideravelmente maior no Grupo C, embora ainda estava presente em cada grupo. Um grupo de 8% a 22% do Grupo B, Grupo C, 57% e 10% do Grupo D. 

As conclusões deste estudo é de que as possíveis fontes de micromerismo masculino foram: gravidez conhecidas, abortos, desaparecimento de um gêmeo masculino, ou relação sexual. Isto significa que, por meio de relações existe um potencial para que as mulheres se apeguem a genes masculinos e DNA dentro de seus órgãos e sangue por toda a sua vida! 

Acho isso extremamente fascinante, porque um amigo e mentor espiritual me disse uma vez que cada vez que você dorme com alguém você está assumindo uma parte dela dentro de você. Eu pensei nisso como uma poderosa metáfora,  na qual estaríamos mantendo uma parte do outro ser energeticamente. Escusado será dizer, que me fez refletir sobre certas coisas do meu passado e toda essa analogia realmente fez muito sentido. Mas, ao saber que há prova científica real para  isso e que é uma coisa física, que é mais do que apenas energia. A ideia de que as mulheres  são capazes de assumir fisicamente o  DNA dos homens que dormem com elas, é uma peça extrema para que possamos abrir nossos olhos para a coleta de informações sem tropeçar.

Esta ciência coloca todo um novo significado na relação sexual como um todo. É um ato muito sagrado e espiritual e deve ser completamente considerado como tal. Um monte de pessoas estão fazendo mau uso do sexo e tem esquecido o que se quer dizer ,como importante e realmente consagrado é este ato. Eu sei que eu posso falar para muitas mulheres porque, como uma mulher eu sei como é isso e aquelas que tiveram experiências no passado com  sexo um pouco livremente por causa da insegurança ou para agradar ou impressionar um homem sem na verdade, mesmo perceber o quão irresponsável este ato era. Porque na época, era apenas sexo, e quando você está completamente desconectado de si mesmo, não parece que ele é um grande negócio. Agora por ser mais velha e mais ligada ao meu eu espiritual eu percebo que o sexo não é algo que deve ser  feito para ser jogado em torno e fora  tão livremente, este é um ato sagrado que cria um vínculo entre duas pessoas que se amam e cuidam umas das outras. É tão importante para nós (a humanidade) perceber isso. Existe uma grande quantidade de poder e potencial incrível dentro deste ato e ele tem a capacidade completa de conectando-nos com o nosso verdadeiro eu. 

Muitos de nós estão segurando um monte de bagagem sexual do nosso passado, não é minha intenção de fazer qualquer um se arrepender das experiências passadas. Em vez disso, melhor será deixar ir e abraçar o que o passado nos ensinou e seguir em frente com este conhecimento e considerá-lo com sabedoria. Com esta informação eu tenho certeza que você vai pensar duas vezes sobre quem está a acabar na cama com você, e, no mínimo, eu tenho certeza que você não se esqueça de usar um preservativo!
FONTE: http://youproblema.blogspot.com.br/2015/04/estudo-mostra-que-as-mulheres-carregam.html

CINEMATECA PARAENSE

ÓTIMO SITE QUE DIVULGA A PRODUÇÃO ÁUDIO-VISUAL CINEMATOGRÁFICAPRODUZIDA NA AMAZÔNIA URBANA NO ESTADO DO PARÁ!
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