domingo, 27 de setembro de 2015

DO YOU SPEAK ENGLISH?

Como aprender idiomas 24 horas por dia… sem perceber!

Nós reunimos algumas dicas simples para ajudar você a encontrar oportunidades de se aventurar no aprendizado de um idioma durante o seu dia.



Escrito por Giulia Depentor
“Como eu adoraria aprender mais um idioma… o problema é: eu simplesmente não tenho tempo!”
Da próxima vez que alguém disser isso desconfie um pouco. Na maioria dos casos, isso não condiz com a verdade. Certamente, quase todos temos afazeres e muitas horas de trabalho por dia. Mas apesar disso, a frase não deveria ser: “No fim, eu acabo sempre desperdiçando muito tempo?” Muitas vezes, nós realmente precisamos de organização e um pouco de iniciativa. É necessário se dedicar um pouco e ter perseverança para aprender um idioma novo. Quando trata-se de exercitar uma língua, em muitos casos, basta usar o tempo de maneira útil e aproveitar todas as oportunidades para estudar. Nós reunimos algumas dicas simples para ajudar você a encontrar oportunidades de se aventurar no aprendizado de um idioma durante o seu dia.

1) Leia um jornal na língua estrangeira

Compre um jornal estrangeiro (muitas bancas vendem jornais internacionais. Como alternativa, você pode assinar um jornal semanal ou uma revista, por exemplo, o New Yorker) e aproveite para lê-lo durante o caminho ao trabalho, no metrô ou no ônibus etc. Não desanime se você não entender todos os vocábulos. Tente compreender as palavras através do contexto, ou sublinhe-as, procure seu significado no dicionário e faça uma lista com vocábulos que você aprendeu.



2) Malhação para o corpo e a mente!

Essa dica tem dupla utilidade. Se você malhar regularmente, certamente, você vai se sentir bem disposto. E se você seguir nossos conselhos, você também vai fazer grandes progressos. Como isso funciona? Muito simples: escolha um material de áudio, por exemplo um audiolivro, um cd – tudo no idioma que você quer aprender – ou simplesmente, ouça e repita as palavras que você aprendeu na última aula de inglês. Assim, você faz uma “malhação” dupla e o tempo na academia vai passar voando!


3) Coma etnicamente

Essa é mais uma desculpa típica de pessoas que trabalham muito: “Eu não tenho tempo para absolutamente nada, nem mesmo para cozinhar. Imagine você, que toda noite, eu vou comer no quiosque dos italianos!” Ótimo! Assim, você mata dois coelhos com uma cajadada só: da próxima vez, tente fazer o pedido em italiano e enquanto você espera pela comida, você pode trocar umas palavras com o dono do quiosque e com os atendentes. Você não precisa se aprofundar nos assuntos – o importante é superar a timidez, começar a falar e se acostumar com o som da outra língua.



4) Faça amizade com seus colegas de trabalho franceses ou com sua vizinha espanhola

Existe maneira melhor de aperfeiçoar os conhecimentos de um idioma? Faça a pausa do almoço com seu colega estrangeiro, procure um tema específico para conversar e peça a ele que corrija seus erros gramaticais e de pronúncia. Se você tem um vizinho de outro país, faça o mesmo com ele: organize jantares e teste suas habilidades linguísticas. Pode até mesmo ser o início de uma nova amizade!

5) O tão merecido descanso

Não há nada melhor do que relaxar no sofá com o gato no colo e assistir a um bom filme ou ler um bom livro. Por que não unir o útil ao agradável? Assista ao filme em som original com legenda (também sempre no idioma original), de modo que você possa ler e fixar imediatamente as palavras que acabou de ouvir. Preste atenção à maneira de falar e a expressões de linguagem típicas do idioma e ponha-os em prática na primeira oportunidade. Se você preferir tentar a sorte com literatura, evite livros muito profundos e complicados, pelo menos, no início. Supostamente, alguns dos melhores poliglotas começaram a aprender idiomas estrangeiros através desenhos animados e livros infantis. Tentar não custa nada!
FONTE: https://pt.babbel.com/pt/magazine/como-aprender-idiomas-24-horas-por-dia?bsc=pormag-a22-24hourlanguage-tb&btp=default&utm_campaign=cd_porall_gpt_cbr_24hourlanguage&utm_medium=CON&utm_source=taboola&utm_term=msn-brazil

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

"CONCURSO PÚBLICO":É EXIGÍVEL ESTUDAR MUITO!!!

PENSA QUE É FÁCIL?A RAPADURA É DOCE,MAS NÃO É MOLE,NÃO!
Caminhos da aprovação

Antes do sucesso, vem o trabalho

Quando você opta por esse caminho para resolver sua vida profissional é porque você sonha em ter uma vida melhor. Mas isso não vai acontecer hoje.

Artigo
Alertas Concursos Artigo
Daniel Sena
O que vejo claramente é que vivemos em uma cultura de facilidades. Só quem é mais antigo entende.
Há tempo atrás, se você quisesse comprar alguma coisa, precisava se deslocar até o supermercado, a pé, trazia as coisas empurrando o carrinho, subia as escadas com as compras e pronto. Hoje você come fora ou compra pelo celular e os caras entregam na porta da sua casa o que quiser. 
E por falar em celular, antigamente você tinha que esperar em uma fila no orelhão para falar com alguém. E às vezes tinha que esperar muito tempo, para falar pouco. Hoje você fala com quem quiser pelos mais diversos e variados meios de comunicação, muitos deles gratuitos.
Se precisasse cozinhar, era necessário dominar as técnicas culinárias repassadas pelos avós. Hoje não. Basta colocar no micro-ondas que tudo fica pronto em cinco minutos.
Eu poderia passar horas aqui listando tudo o que a modernidade trouxe e que facilita nossa vida. E são muitas coisas.
Só que ao mesmo tempo que essas tecnologias facilitaram nossa vida, atrapalharam também. Acabamos nos acostumando às coisas fáceis. Acostumamos a ter tudo nas mãos. Acostumamos a apertar botões e tudo acontecer. E por que isso atrapalha? Porque você acha que tudo é um passe de mágica. Você se acostumou tanto com a rapidez das coisas que começou a achar estranho quando alguma situação demora.
E o maior impacto que essa cultura imediatista trouxe foi na busca pelo sucesso. Por achar que tudo é uma questão de apertar o botão e pronto, quando precisa trabalhar arduamente em prol da conquista de algum sonho, você não suporta. Você acha que é demais. Você acha que está demorando. Ou seja, você começa a estudar para concursos ontem e já quer ver o seu nome na lista de aprovados hoje.
Deixa eu te dizer uma coisa: a vida não é tão simples quanto parece, nem tão fácil quanto você gostaria. Se olhar para a vida de quem já atingiu o sucesso que queria, perceberá que existe uma coisa em comum entre todas essas pessoas: o trabalho.
O trabalho, que pode ser de várias formas, é a maior garantia de que você chegará onde quiser chegar. E não é de qualquer jeito. O sucesso vem com trabalho árduo e muita dedicação.
Lembro-me de uma aluna que estudava no meu curso presencial em São Paulo dizendo:
 - Daniel, não aguento mais estudar aqui. Estou pensando em estudar em casa. Acho que vou comprar um curso online.
E eu lhe perguntei o porquê desta decisão. Queria saber se havia algum problema com os professores ou com a estrutura. Mas ela me surpreendeu dizendo:  
-Aqui não tenho mais vida!
Estudar para concurso é incompatível com viver! Quando você opta por esse caminho para resolver sua vida profissional é porque você sonha em ter uma vida melhor. Mas isso não vai acontecer hoje. Hoje é só trabalho. Hoje é só dedicação. Hoje é o momento do sacrifício! Hoje é madrugada a dentro. Hoje é resultado negativo. Hoje é prova difícil. Hoje é acordar mais cedo. Hoje é abandonar a diversão. Hoje é sacrificar a família e o conforto da sua vida. Por isso que eu digo que o seu momento é incompatível com viver. Porque o que você quer viver é uma vida tranquila, feliz, com sucesso. Mas essa hora, ainda não é agora.
Só quem entende essa mensagem consegue durar até o fim desta batalha, e esse fim é apenas um: a aprovação!
Não considere outra possibilidade para sua vida. De todas as possibilidades que você tem, escolha vencer. Mas antes disso, prepare-se. Você terá que suar a camisa, talvez até sangrar. Aliás, esse foi um dos melhores ensinamentos que aprendi nos cursos operacionais que fiz por aí: sangramos no treinamento, para não morrermos na batalha!
Então se você quer vida fácil, continue fazendo suas apostas. Continue vivendo do mesmo jeito que viveu até hoje. Mas se você quer conquistar algo que valha a pena e resolver sua vida de forma definitiva, então lute por isso, pois tenho certeza que você chegará lá. E lembre-se: a dor da caminhada não se compara à glória da chegada!

Daniel Sena é diretor do AlfaCon São Paulo, professor de direito constitucional e especialista em concursos públicos.
FONTE: http://jcconcursos.uol.com.br/portal/noticia/concursos/antes-do-sucesso-vem-o-trabalho-59806.html

DEVE SER RECEITA DE BRUNA LOMBARDI....

SABE QUAL É O TRATAMENTO MIRABOLANTE ÓTIMO PARA BELEZA? É ALGO NOVO,MAS COM RECEITINHA QUE TEM CARA DE COISA DE VOVÓ:"ÁGUA VITAMINADA".
TODO DIA DE MANHÃ COLOCA-SE ÁGUA MINERAL COM FRUTAS COMO LIMÃO,UVA E MAÇÃ PARA FERVER,FAZ UMA ESPÉCIE DE CHAZINHO E TOMA-SE UM COPO DE 200 ML DO PREṔARADO EM JEJUM. A TAL ÁGUA VITAMINADA AJUDA NO CRESCIMENTO DO CABELO,NA MELHORA DA PELE E ATÉ NO AUMENTO DA RESISTÊNCIA FÍSICA. EXPERIMENTE!É ÓTIMO,EU GARANTO!!!
"A LOBA"
Próxima Aos 63 anos, Bruna Lombardi não aparenta a idade que tem. A atriz mostrou neste sábado (19) que está com tudo em cima, em um clique de biquíni. Na legenda, ela disse que a foto era para mostrar que o calor havia voltado, mas alguns seguidores rebateram dizendo que, desta forma, ela faria algumas pessoas ficarem com ainda mais calor!
Aos 63 anos, Bruna Lombardi não aparenta a idade que tem. A atriz mostrou neste sábado (19) que está com tudo em cima, em um clique de biquíni. Na legenda, ela disse que a foto era para mostrar que o calor havia voltado, mas alguns seguidores rebateram dizendo que, desta forma, ela faria algumas pessoas ficarem com ainda mais calor! Acesse o R7 Play e assista à programação da Record quando quiser

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

MISANDRIA-SAIBA O QUE É&

Misandria

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Misandria é o ódio, preconceito ou desprezo a pessoas do sexo masculino. Pelo uso atual é análogo e sinônimo atual ao termo "Androfobia" (devido à crescente discussão do termo "homofobia") e antônimo ao termo misoginia, que é o ódio, aversão ou desprezo ao sexo feminino. Também é antônimo do termo grego filandria, que é o apreço ao sexo masculino.

Etimologia

A palavra misandria se origina do grego misos (= ódio) + andros (= homens) + '-ia' (denota característica ou qualidade)[1] que juntos indicam a qualidade daquele que odeia homens. Ela foi utilizada pela primeira vez em 1871 pela revista The Spectator em sua forma inglesa misandry.[2] Em 1952, a palavra misandry foi inclusa na 11ª edição do dicionário Merriam-Webster's Collegiate.

Na literatura

Literatura da Grécia antiga

A professora de literatura comparada Froma Zeitlin, da Universidade de Princeton, discutiu a misandria no seu artigo intitulado "Padrões de Gênero em Arte Dramática de Ésquilo: Sete contra Tebas na Trilogia das Danaides" ("Patterns of Gender in Aeschylean Drama: Seven against Thebes and the Danaid Trilogy").[3] Ela escreveu:
O ponto mais importante de contato, no entanto, entre Etéocles e as suplicantes Danaides é, de fato, suas posições extremas em relação ao sexo oposto: a misoginia do acesso de raiva de Etéocles contra todas as mulheres de todas as variedades (Se. 181-202) tem sua contrapartida na misandria aparente das Danaides, que apesar da oposição aos seus primos egípcios em particular (o casamento com eles é incestuoso, são homens violentos), frequentemente estendem suas objeções para incluir a raça de homens como um todo e vê sua causa como uma disputa apaixonada entre os sexos (cf. Su. 29, 393, 487, 818, 951).[3]

Criticismo literário

No livro Gênero e Judaísmo: A Transformação da Tradição (Gender and Judaism: The Transformation of Tradition), Harry Brod, um professor de Filosofia e Ciências Humanas do Departamento de Filosofia e Religião da Universidade de Iowa, escreve:
Na introdução ao The Great Comic Book Heroes, Jules Feiffer escreve que esta é a piada do Superman sobre todos nós. Clark é a visão do Superman sobre como todos os outros homens realmente são. Somos assustados, incompetentes, e incapazes, particularmente em torno de mulheres. Embora Feiffer tenha levado a brincadeira com bom humor, uma resposta mais cínica observaria a misantropia do Kriptoniano, sua misandria personificada em Clark e sua misoginia no desejo de que Lois se apaixonasse por Clark (tal como Oberon demonstra sua hostilidade com relação à Titania fazendo-a se apaixonar por um asno em Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare).[4]

Julie M. Thompson, uma autora feminista, conecta a misandria com a inveja dos homens, e a aversão a suas características físicas e comportamentais, em particular a "inveja do pênis", um termo inventado por Sigmund Freud em 1908, em sua teoria do desenvolvimento sexual feminino.[5]

Analogias com outras formas de intolerância

Em 1999, o escritor masculinista Warren Farrell comparou os desumanizantes estereótipos de homens à desumanização do povo vietnamita como "bárbaros".[6]
No último quarto de século, expusemos preconceitos contra outras raças e chamamos de racismo, e expusemos preconceitos contra as mulheres e chamamos de sexismo. Os preconceitos contra os homens chamamos de humor.
Warren Farrell
As Mulheres Não Ouvem o Que os Homens Não Dizem (Women Can't Hear What Men Don't Say)
Os professores de estudos religiosos Paul Nathanson e Katherine Young fizeram comparações semelhantes em uma série de três livros de 2001 chamada Além da Queda do Homem (Beyond the Fall of Man),[7] que trata a misandria como uma forma de preconceito e discriminação que se institucionalizou na sociedade norte-americana com a ajuda do movimento feminista.
No livro de 2007 Enciclopédia Internacional do Homem e Masculinidades (International Encyclopedia of Men and Masculinities), Marc A. Ouellette diretamente contrasta a misandria e misoginia, argumentando que a "misandria carece da sistemática, trans-histórica, institucionalizada e legislada antipatia da misoginia".[8]

Casos notáveis de misandria

A acadêmica Alice Echols, no seu livro de 1989 Daring To Be Bad: Radical Feminism in America, 1967–1975, argumentou que a feminista radical Valerie Solanas demonstrou um nível extremo de misandria comparada a outras feministas radicais na época do seu panfleto, o SCUM Manifesto. Echols declarou,
a misandria despudorada de Solanas — especialmente sua crença na inferioridade biológica do homem — seu apoio a relacionamentos entre "mulheres independentes", e sua rejeição do sexo como "o refúgio do irracional" se opôs ao tipo de feminismo radical que prevaleceu na maioria dos grupos femininos pelo país.[9]

Alguns pesquisadores argumentam que o SCUM Manifesto de Solanas era uma paródia do estabelecimento patriarcal e da teoria Freudiana da feminilidade, onde a palavra mulher foi substituída por homem. O texto contém todos os clichês da teoria psicoanalítica Freudiana: o acidente biológico, o sexo incompleto e a "inveja do pênis" que se tornou "inveja da vagina".[10] [11] Solanas disse à uma repórter que o SCUM Manifesto não tinha sido escrito para ser levado a sério.[12] Ela foi posteriormente diagnosticada com esquizofrenia paranóica e depressão; muitos observadores acreditam que ela sofria dessas enfermidades na época da sua escrita.[13] [14] [15]
Nathanson e Young argumentaram que o "feminismo ideológico" impôs a misandria na cultura.[16] Seu livro de 2001, Espalhando a Misandria (Spreading Misandry), analisou os “populares artefatos culturais e produções da década de 1990" de filmes a cartões de saudações que eles consideram conter mensagens de ódio difundidas com relação aos homens. Legalizando a Misandria (Legalizing Misandry, 2005) o segundo livro da série, dá atenção semelhante às leis na América do Norte.
Em 2002, a comentarista Charlotte Hays escreveu "que a filosofia anti-homem do feminismo radical se infiltrou na cultura em massa é algo incontestável; de fato, esta atitude se tornou tão difundida que dificilmente a notamos mais".[17] . O feminismo radical é também chamado de "feminazismo", termo este que relaciona o ódio e o preconceito praticado pelas feministas contra os homens com a intolerância nazista com pessoas consideradas geneticamente inferiores (não arianos), uma vez que a misandria é um preconceito contra características genéticas especificas, no caso, as que definem o sexo masculino em sua essência.

Wendy McElroy

Wendy McElroy, uma feminista individualista,[18] escreveu em 2001 que algumas feministas "redefiniram o ponto de vista do movimento do sexo oposto", como “uma raiva ardente para com os homens parece ter se transformado em um ódio frio".[19] Ela argumentou que foi uma posição misândrica considerar os homens, como uma classe, serem irreformáveis ou violadores. McElroy declarou que "uma nova ideologia veio no pelotão de frente... feminismo radical ou de gênero", uma que tem "andado de mãos dadas com [o] movimento politicamente correto que condena o panorama da civilização ocidental como sexista e racista; o produto de 'homens brancos mortos'".[20]

"Androfobia" e discriminações contra homens

Popularmente e no senso comum, veio crescendo o uso do termo "Androfobia" para enfocar e definir todos os tipos de preconceito, medo, discriminação, ódio e generalização aos homens, em analogia e acompanhamento ao uso do termo "homofobia", que foi usado para se referir ao preconceito, medo, discriminação, ódio e generalização aos homossexuais. E como parte dos homossexuais também são e não deixam de ser homens, a "homofobia" contra homens também é considerado uma forma de "androfobia" ou "misandria", já que aos homens sempre foi proibida a homossexualidade. Portanto para os movimentos que defendem o termo, toda homofobia contra homens é também androfobia, assim como toda exigência para que os homens sejam patriarcais como no passado.
O uso do termo também cresceu a partir da confluência de movimentos masculinos contra a "alienação parental" e movimentos por "direitos dos homens" de tendência não masculinista - mas, ao contrario, feminista, de reconhecimento dos direitos de mulheres e igualdade e que ainda não criaram instituições oficiais. Um dos movimentos que usam e defendem o termo "Androfobia" para se referir ao preconceito contra os homens é o grupo ABRACODHPAI ou "Associação Brasileira Contra a Androfobia e pela Igualdade de Direitos aos Homens Pais" que foi criado nas redes Orkut e Facebook no início dos anos 2000, principalmente contra a Alienação Parental que afeta 90% dos homens pais separados e contra o uso de falsas acusações de assédio e abuso sexual para criminalizar e impedir o acesso de homens aos seus filhos, e mantê-los presos. Além disso, tal associação começou a questionar e lutar também contra a criminalização e prisão arbitrária de homens incapazes de dar pensão alimentícia por vários motivos e que não são levados em consideração pela justiça na maioria dos casos e também à discriminação contra a "Guarda" de filhos serem dadas apenas às mães em mais de 90% dos casos. Ai começaram também a ser discutidos todos os casos em que se os homens passaram a não ter direitos ( como programas governamentais de moradia, programas assistenciais como bolsa família, protetores e licenças de paternidade, e de saúde dos homens - com diversos projetos parados em discussão no Congresso Nacional - como a proibição de homens (sobretudo homossexuais) de adotarem filhos, além de outras discriminações como homens serem babás, trabalharem em creches, empregados domésticos, etc.Tais movimentos cresceram e conseguiram o apoio de várias mulheres inclusive e, em alguns casos, houve mudança , como a obrigatoriedade da Guarda Compartilhada dos filhos ser adotada em todos os casos de separação, que foi aprovada em 2014.
Outro exemplo de discriminação contra homens ocorreu com a controvérsia da política de discriminação sexual de companhias aéreas. A British Airways, Qantas, e Air New Zealand todas possuíam políticas proibindo homens de se sentarem próximos a crianças desacompanhadas em voos comerciais. Esta regra, que se referia ao gênero como a mais importante qualidade de um grupo de pessoas, foi considerada discriminatória. Não há registros de qualquer caso documentado de abuso de uma criança durante um voo.[

ACONTECEU:ELES AFUNDAM NAVIOS QUE CAÇAM BALEIAS!

Grupo de ativistas Agenda 21 afunda barco baleeiro

Redação Por
Atualizado em 6/05/2009
A Agenda 21 foi um dos principais resultados da conferência Eco-92, ocorrida no Rio de Janeiro, em 1992. O documento estabeleceu a importância de cada país cooperar com o estudo de soluções para os problemas sócio-ambientais.
Entretanto, em referência ao texto, um grupo também intitulado Agenda 21 tem realizado algumas ações que visam desestabilizar a caça às baleias na Noruega.
No dia 23 de abril, ativistas afundaram um barco baleeiro, que estava no porto Henningsvaer, situado no país nórdico. Com a ajuda de uma chave inglesa, os integrantes da Agenda 21 invadiram o navio e inundaram sua sala de máquinas. Esse é o quarto navio que o grupo afundou nos últimos 12 anos.
Em comunicado para a imprensa, os ativistas disseram: “Para atrasar a temporada de matança de baleias deste ano e protestar contra a exportação de carne de baleias ao Japão, nós quebramos um válvula e inundamos o navio. Infelizmente, os bombeiros conseguiram chegar ao local momentos antes de o navio afundar completamente”.
E mandam um recado para os investidores de pescaria japoneses e para as seguradoras dos barcos: “A única coisa que vocês podem esperar da pesca às baleias na Noruega é terem seus lucros afundados”.
Apesar da intenção, a Agenda 21 não conseguiu fazer com que a caça às baleias diminuísse. E, por causa de suas ações, os donos de navios baleeiros da Noruega estão até fazendo o seguro de seus barcos, para evitar maiores prejuízos.
FONTE:  http://virgula.uol.com.br/legado/grupo-de-ativistas-agenda-21-afunda-barco-baleeiro/

OUVIR ÓTIMA MÚSICA FAZ MUITO BEM PARA A SAÚDE,CLARO!

Para Brown, voz de Ellen Oléria cura. Especialistas confirmam que música pode prevenir e tratar doenças

Ellen Oléria venceu o programa “The Voice Brasil”
Ellen Oléria venceu o programa “The Voice Brasil” Foto: Roberto Moreyra/16.12.2012 / EXTRA
Camilla Muniz

Vencedora do programa “The Voice Brasil”, a cantora Ellen Oléria teve a voz exaltada pelo jurado Carlinhos Brown além da qualidade artística. “Ela é uma voz que cura”, elogiou o artista. Seja cantando, ouvindo, tocando ou dançando, a música tem efeito terapêutico sobre o organismo, além de ajudar a prevenir doenças.
- A experiência musical faz o corpo liberar substâncias que causam bem-estar e dão disposição, como serotonina, adrenalina e noradrenalina. Isso trata, previne e cura doenças em nível mental e corporal - explica a musicoterapeuta Patrícia Maldonado, da clínica Musiclin, e professora-tutora da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo.
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Um estudo da Universidade da Califórnia indicou que a musicoterapia contribui para frear o desenvolvimento do mal de Alzheimer. Na Universidade de Pávia, na Itália, pesquisadores demonstraram que músicas lentas desaceleram o coração e baixam a pressão sanguínea, assim como óperas, que alternam ritmos rápidos e silêncios, ajudam na reabilitação de pacientes que sofreram ataque cardíaco por sincronizar os batimentos do coração.

Especialista no tratamento de depressão, fobias e ansiedade, a musicoterapeuta Claudete Cerqueira diz que a música, por promover relaxamento, é eficaz na prevenção de doenças ligadas às emoções, como hipertensão.
- O estresse desencadeia muitas doenças. Além disso, quando se está bem emocionalmente, o sistema imunológico fica mais forte. A música ajuda a pessoa a se cuidar mais - afirma.
Patrícia Maldonado explica como a música age sobre o emocional:
- Ela nos dá oportunidade de nos expressarmos e extravasarmos emoções. Também melhora a percepção individual e sobre os outros que estão ao nosso redor.
Para a professora, quanto mais música se ouvir, melhor:
- O mesmo vale para dançar, tocar um instrumento ou cantar. O ideal é a pessoa tirar, pelo menos, dez minutos por dia para prestar atenção numa música de que goste. Isso vai ajudá-la a relaxar e a gerenciar melhor as emoções.
FONTE:  http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/para-brown-voz-de-ellen-oleria-cura-especialistas-confirmam-que-musica-pode-prevenir-tratar-doencas-7081601.html#ixzz3m0qE5D9e

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

"SEM HIPOCRISIAS!ACONTECE!É SEXY!..."


Os dez fetiches sexuais mais estranhos de homens e mulheres

1 — Hibristofilia
“É um indivíduo quando sente atração por uma pessoa má. É uma atração extremada. Há mulheres que sentem atração que sentem atração por homens que cometeram crimes horríveis”, diz “El Universal”. Na internet, colhe-se uma definição mais ampla: “Hibristofilia é uma parafilia do tipo predatória em que a excitação sexual , facilitação e obtenção de orgasmo são sensíveis e dependem de estar com um parceiro conhecido por ter cometido um ultraje ou crime, como estupro, assassinato, ou assalto à mão armada”. Uma coisa meio assim “amor bandido”.
2 — Formicofilia
“Consiste em extrair prazer sexual do contato com insetos, principalmente formigas. Ocorre quando as pessoas se excitam quando insetos percorrem seus órgãos genitais. É mais comum em cidade onde os sanitários se encontram ao ar livre.”
3 — Agalmatophilia
“É quando a pessoa se sente atraída sexualmente por estátuas.” Um dicionário da internet acresce: “Parafilia caracterizada pela atração sexual por uma estátua, boneca, manequim ou outro objeto figurativo similar”.
 4 — Plushofilia
“Preferência por ‘fazer’ sexo com bichinhos de pelúcia. As pessoas se masturbam com os brinquedos ou têm relações com outras pessoas disfarçadas” [como se fossem os bichos de pelúcia].
5 — Vorarefilia
“É obter prazer a partir da ideia de comer-se, ser comido ou observar uma pessoa ser comida.”
6 — Tecnosexualismo
“Padecem desta parafilia as pessoas que querem ter sexo com robôs”, diz “El Universal”. O jornal pergunta: “Consequência da era tecnológica?”
7 — Burusera
“É quando os homens se excitam com roupas interiores — calcinhas — usadas em geral por mulheres jovens. É uma prática comum no Japão.” Neste país, há um intenso comércio de calcinhas usadas. Há vários colecionadores. Aprecia-se também minissaias, meia.
8 — Retifismo
“Atração fetichista por sapatos. Sim por sapatos de salto alto.” Há homens que ficam fascinados por mulheres calçadas com sapatos de salto alto e sentem um imenso prazer ao tocá-las. Há casos extremos em chegam a pedir para que as parceiras os pisem.

 9 — Nasofilia
Há pessoas que sentem “excitação sexual pelas narinas”. Assim, cheiram tudo, e com fervor. Quanto mais forte o cheiro, mais prazer. Há casos em que se buscam cheiros insuspeitos. Consta que Napoleão Bonaparte tinha prazeres eróticos com o cheiro forte de suas mulheres, chegava a recomendar que não tomassem banho.

10 — Odaxelgania

“Quando as pessoas logram excitar-se ao morder seus parceiros em várias partes do corpo.” É menos incomum do que se pensa e alguns homens e mulheres precisam se proteger, com roupas, dos olhares dos curiosos — em seguida às sessões calientes de mordidas.
FONTE:  http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/os-dez-fetiches-sexuais-mais-estranhos-de-homens-e-mulheres-13648/