quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

"ICOARACÍ"

Icoaraci



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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Orla de Icoaraci
Icoaraci é um distrito de Belém, capital do estado do Pará, distante aproximadamente 20 km, possui cerca de 300 mil habitantes. Localiza-se próximo da Ilha de Marajó com quem mantém travessias diárias de balsa.
Compreende os bairros Águas Negras, Agulha, Campina de Icoaraci, Cohab, Cruzeiro, Maracacuera, Paracuri, Parque Guajará, Ponta Grossa, Tapanã, Tenoné. Seu núcleo original a partir do qual se expandiu, em forma de tabuleiro de xadrês, guarda os termos Travessa e Rua, essas últimas, chamadas popularmente de 1a, 2a, 3a e assim sucessivamente até a Sétima Rua. Sua economia é baseada no Parque Industrial que abriga, atuando principalmente nos ramos de pesca, madeira, marcenaria e palmito. Outro pólo ecônomico de Icoaraci é a famosa Feira da Oito de Maio, situada no bairro da agulha, é uma feira a céu aberto das mais movimentadas de Belém, onde é possível encontrar as mais variadas espécies de peixes, mariscos e produtos amazônicos.
Mas Icoaraci se destaca mesmo como importante pólo de Artesanato em cerâmica, instalado precisamente no bairro do Paracuri onde se produz réplicas de vasos típicos de antigas nações indígenas principalmente Marajoara e Tapajônica a partir de peças catalogadas pelo Museu Emílio Goeld. O que garante ao lugar imensurável importância, sobretudo Cultural mais até do que econômica, não só para Belém ou para o Pará, mas para a região amazônica, já que também é lar de diversos Grupos Folclóricos de danças típicas (Asa-Branca, Vaiangá, Balé Folclórico da Amazônia,GECAM(Grupo de Expressões Culturais Art Marajoara) de músicos (Verequete, Nazaré Pereira) e do poeta Antônio Tavernard, que lá viveram, entre outros expoentes da arte amazônica que ainda lá vivem como Mestre Cardoso (ceramista), professora Etelvina (dança folclórica) ambos pioneiros na arte em que atuam.
Por sua estrutura de serviços com bancos, hospitais, fórum, cartório, supermercados, etc, Icoaraci mantém-se importante centro para onde converge pequenos municípios ribeirinhos e bairros próximos.
O turismo também tem resposta na " Vila Sorriso", com a exposição da cerâmica indígena na Praça São Sebastião, bem na orla banhada pela Baia de Guajará, onde o visitante é bem servido por um pólo gastronômico composto da típica culinária (tacacá, maniçoba, pato-no-tucupi) com destaque para a caldeirada com frutos dos rios amazônicos, seja nos restaurantes, nos quiosques que circundam a Praia do Cruzeiro ou uma simples água de côco no Pontão ao se apreciar o belo pôr do sol, sugestionado pelo próprio nome tupi Ico-araci (onde o sol repousa) nesse recanto que é uma maravilha em segredo dos paraenses.

Índice

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[editar] Pontos turísticos

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[editar] Ruas, Travessas e avenidas

  • Avenida Dr. Lopo de Castro (antiga Travessa Cristovão Colombo)
  • Estrada do Outeiro
  • Rua 8 de Maio
  • Rua 15 de Agosto
  • Rua Coronel Juvêncio Sarmento
  • Rua Manuel Barata
  • Rua Padre Júlio Maria
  • Rua Santa Izabel
  • Travessa Berredos
  • Travessa Itaboraí
  • Travessa Moura Carvalho
  • Travessa São Roque
  • Travessa Souza Franco
  • Rua 2 de Dezembro (7ª rua:)
  • http://www.icoaraci.com.br/

"Google Cultura":Onde a Cultura não Acaba Nunca!!!

Pará: Grude vale ouro na cidade de Vigia

"A Grude De Peixes:Uma das Fontes de Riqueza dos Estados da Amazônia,específicamente no município de Vigia, no Pará!"
Enviada em 15 de fevereiro de 2009 – Imprimir esta matéria – Enviar para um amigo
Pará: Grude vale ouro na cidade de Vigia Eles têm as casas mais bonitas da cidade, o carro do ano, propriedades espalhadas pelo Estado e o sonho de consumo de muitos vigienses: uma casa ou apartamento na capital paraense, geralmente para que os filhos venham cursar o ensino médio e a universidade. São os ‘reis ‘da’ grude’, empresários que enriqueceram exportando para diferentes países um subproduto do peixe, especialmente da gurijuba, típica da região do salgado. Quase todos moram próximo aos rios do município de Vigia, não nasceram na cidade e em comum têm a mesma forma de ganhar dinheiro e o medo em falar sobre ele.
O grude - ou ‘a’ grude como a população prefere chamar - é a bexiga natatória do peixe (órgão que faz o animal flutuar). Ela é retirada no barco, ainda em alto mar. Depois, é colocada para secar na embarcação, após ser amassada, para que fique em um formato plano. Os pescadores dizem que se o produto não for ‘esticado’, o sol não penetra por todo o grude e ele perde o valor comercial.
Em época de chuvas intensas, os atravessadores compram o chamado ‘grude verde’ (produto fresco) e secam em estufas em um dos vários entrepostos de comércio do produto existentes em Vigia. A cadeia econômica que movimenta mensalmente milhares de reais no município começa com a ‘contratação’ dos barcos que irão fornecer o produto. O atravessador financia a viagem, pagando uma quantia estipulada previamente com o dono do barco. Terceirizar a contratação do barco é a melhor alternativa, pois o mercado se ramifica: enquanto uns trabalham com o filé do peixe, a outra parte fica com o grude, que é até mais valiosa.
Após voltarem das viagens na costa, a tripulação, que conta com em média cinco pescadores, entrege o produto para o atravessador e este negocia com os compradores do exterior. Além dos pescadores, os atravessadores de grude empregam diretamente cerca de 20 pessoas, que cuidam dos depósitos, descarregam a produção e embalam o que será exportado.
O lucro desse mercado não costuma ser revelados e os compradores de grude também não gostam de dar entrevistas. Quem se dispõe a contar o quanto já ganhou com o mercado de grude faz a exigência de não ser identificado. A explicação é simples: ‘ a cidade é pequena e revelar essas coisas chama muita atenção’, conta o segundo maior revendedor de grude da cidade. Nas ruas, quando a população vigiense é questionada sobre as pessoas que mais têm dinheiro na cidade, sempre respondem que ’são aqueles que mexem com peixe’.
O empresário diz ainda que o número de assaltos na cidade aumentou nos últimos três anos, ‘e quem tem família, não pode dar mole de ficar divulgando o dinheiro que tem’. Ele já foi vítima de oito assaltos. Hoje, os carros que saem para levar o produto até Belém, de onde segue de navio para exterior, são escoltados por segurança particular.
Os compradores de Vigia pagam, em média, R$ 80 reais pelo quilo do grude aos donos dos barcos e vendem até pelo triplo ao mercado externo. Como exportam cerca de três toneladas mensalmente, para países como China e Inglaterra, o faturamento pode chegar a mais de R$ 200 mil. Contudo, a crise internacional abalou o mercado do grude, que hoje está quase sem procura, mesmo quando a oferta ainda é alta. Há dois anos, conta o empresário, já foi possível vender o quilo do grude a R$ 250 e mais de dez empresários trabalhavam no ramo, concorrência que encolheu para apenas quatro.
Falta legislação específica para a pesca da gurijuba no Estado do Pará
Ao contrário do que ocorre no estado do Amapá, o Pará não tem legislação específica para a pesca da gurijuba. Não existe aqui um período de defeso, o que compromete a reprodução da espécie, segundo levantamento feito pelo Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Norte (Cepnor) e pela Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), sob a coordenação da engenheira de pesca Rosália Cotrim Souza.
Os pesquisadores monitoraram durante os anos de 2005 e 2006 a cadeia comercial do grude, acompanhando desde o desembarque do produto no cais da cidade até o Ver-o-Peso. Fizeram contato com o casal de chineses que compra quase toda a produção vigiense e exporta para o país de origem. Além da sopa, os engenheiros souberam que o material é usado na fabricação de cosmésticos como o batom.
Um dos principais problemas encontrados para a proteção da espécie é que não há legislação que proíba a captura na época do defeso e não estipula tamanho mínimo para que o peixe possa ser comercializado. ‘É preciso muita cautela com qualquer proibição naquela área, pois são muitos os pescadores artesanais que vivem disso, ainda mais que a proibição não atingiria só o comércio do peixe, mas do grude, de maior valor econômico’, afirma Rosália Cotrim
A gurijuba tem, ainda, uma peculiaridade: Joga poucos ovócitos para a fecundação e é um peixe de baixa fertilidade. Além disso, protege os filhotes na boca, um risco se capturada antes do tempo. Para Rosália Cotrim, é necessário investimento em uma campanha que estimule a preservação da espécie. A equipe de pesquisadores continua monitorando o comércio, medindo e pesando os peixes.
‘Acredito que não há exploração dentro desse mercado. O pescador que trabalha com grude tem uma margem de lucro muito maior que os demais. Já é rentável para eles, mesmo quando o atravessador ganha o valor quadriplicado’, diz Rosália Cotrim.
Fonte: O Liberal

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

COTIJUBA BEACH

Ilha de Cotijuba



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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Cotijuba é uma ilha pertencente ao município de Belém, saídas de barco a partir de Icoaraci, travessia está com duração de 45 minutos.
Possui uma área de cerca de 60 km² uma costa com 20 km de praias praticamente inexploradas e livres da poluição ambienta, algumas apresentam infra-estrutura de serviços – as do Farol, a do Cravo e da Saudade – e outras são completamente selvagens, como a praia do Vai-Quem-Quer. Com seus inúmeros atrativos naturais como praias e igarapés de água doce.Turistas e povos nativos desfrutam desta beleza incomensurável. Porém a ilha vem sofrendo inúmeros impactos ambientais principalmente em sua orla,com a ocupação desordenada e acúmulo de lixo e no interior várias áreas desmatadas.
Maiores detalhes sobre este magnífico lugar,cuja geografia,com muita convicção,traz muita felicidade,como toda natureza abençoada por Deus é só acessar este site: http://www.cotijuba.com/

"Figuras da Amazônia Urbana"

                                             Estamos Apresentando:"Francisdalva"

Quem foi Francisdalva.
Esta não é uma personagem de ficção.Ela existe na vida real.Francisdalva nas décadas de 70,80 e 90 foi uma das mais atuantes e brilhantes cantoras da “Amazônia Urbana” no Estado do Pará,específicamente nascida na ilha de Caratatêua,”um interior do interior” do município litorâneo paraense,de Bragança,a “Pérola do Caetés”,onde podemos encontrar uma belíssima praia banhada pelo oceano atlântico,chamada Ajurutêua,cujos vídeos podem ser acessados pelo Youtube e maiores detalhes encontrados no Google.Esta é a “Amazônia Atlântica”.Mas voltando à bragantina Francisdalva,tem uma discografia muito rica e interessante.Chamada,inclusive de uma das “Rainhas das Músicas Românticas,Lambadas e Xotes das Gravadoras de Belém,a Gravasom da Amazônia”.No ápice da fama,ela chegou a apresentar-se em alguns países da Europa e até no afortunado “Xou da Xuxa”,no fim dos anos 80.Sua participação está arquivada na Globo.O tempo passou,ela foi embora do Pará,morou muitos anos em Brasília,onde simulou suicídio para chamar atenção e conseguir um emprego.Não conseguiu.Voltou ao Pará.E hoje é funcionária pública municipal da prefeitura da Grande Belém,na capital paraense.Infelizmente,após tornar-se evangélica,abandonou a música,mas a música não abandonou ela,visto que tudo que é bom dura pra sempre e sua arte está eternizada.Se quizerem saber mais dela é só buscarem-na pelo Google,que conseguirão ouvir suas ótimas músicas,acessando-na pelo Youtube,vendo vossos vídeos.Digitem na busca:Francisdalva.
Pela arte ela está eternizada!

sábado, 29 de janeiro de 2011

"A Tragédia da Chuva no Sudeste"

Meteorologicamente explica-se a tragédia que a chuva provocou na região serrana do Estado do Rio de Janeiro:a mega-umidade da Amazônia foi jogada pelo vento para o Sudeste,provocando chuvas torrenciais.Foi como se houvesse uma "Estrada dos Ventos" que começasse na Amazônia,específicamente em sua porção florestal,e terminasse na região Sudeste do país,mais particularmente no Rio de Janeiro,vitimizando-o com tragédias pluviais,caracterizado por enchentes e deslizamentos.Graças a meu boníssimo Deus a geografia de minha metrópole,Grande Belém,aqui no Pará,isto não acontece,visto que estamos na "Planície Amazônica",o que significa que aqui não há morros,nem favelas.Os "bolsões de pobreza" das suas áreas periféricas, são denominados de "baixadas",por estarem em áreas mais "baixas",discriminadas,periféricamente,da cidade!É a morada dos pobres.E como em toda metrópole èxistem pessoas representantes de todas as classes sociais.Graças a Deus como pertencente "À CLASSE MÉDIA-MÉDIA",eu moro bem! Aliás dizem que o "justo paga pelo pecador".Um grande empresário do ramo da mineração natural do Sudeste,já destruíu muitas áreas florestais da Amazônia,como continua a destuír,tudo em prol da mineração!A ganância que provoca a vingança da floresta,"mandando chuva" e tragédias para a região geográfica de seu algoz!Que fatalidade,pois tenho certeza que em nada este senhor foi prejudicado.Todas as vítimas são inocentes,visto que nunca pisaram na Amazônia para maltratá-la!Mas estas foram para o Céu,ao contrário do destruidor das benesses florestais,que da sentença de Deus não há de escapar!!!Afinal,quem "planta destruição,colhe tempestade"!!!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

"Google Cultura":Oração de São Bento(Contra espiritos perversos e de proteção contra o inimigo)

Santa Cruz do Santo Pai Bento
A Cruz sagrada seja minha Luz
Não seja o Dragão meu guia
Retira-te Satanás
Nunca me aconselhes coisas vãs
É mal o que tu me ofereces
Bebe tu mesmo do teu veneno
Em latim:
Crux Sancti Patris Benedicti
Crux Sacra Sit Mihi Lux
Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Satana
Numquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas
Ipse Venena Bibas
Esta oração é tão forte e poderosa contra os espíritos perversos que a Igreja Católica a usa em exorcismos. Para ter mais proteção ainda, deve-se usar uma medalha de São Bento, a qual tem as iniciais desta oração no verso

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"Crônica Urbana da Amazônia"

"Crônica Amazonicamente Urbana"
"Então é Natal!"
Os rituais já começam em meados de novembro.As pessoas já começam a comprar os artigos decorativos que decorarão a árvore de Natal.Começa a montagem que remete à época natalina.As pessoas vislumbram tudo o que o dinheiro pode comprar,de acordo,com as classes e assim possibilidades.
Seja na "25 de Março",na Grande São Paulo,a mistura mais-do-que-perfeita de todas as classes sociais do Brasil,que para lá partem para comprar e a gente querida de seus devidos Estados presentear.Ou seja na "Oscar Freire",para onde partem os mais sofisticados das elites brasileiras,tanto a paulistana,quanto a nordestina,a sulista,dos demais Estados do Sudeste,as do Centro-Oeste e para completar o quadro,a elite da chamada "Amazônia Diversificada",ou os ricos das chamadas metrópoles amazônicas.
Enfim,em São Paulo,então é Natal e no Brasil inteiro também!Começa tudo outra vez!Seja na casa de madeira nobre de Rodrigo Della Torre,na capital paulista,ou na de alvenaria do Edson de Castro,com a sua vovó Maria e o cãozinho Braw,um "paulistano aparaenssado",na Grande Belém,a capital do Pará!Ou no bangalô de Dona Canô,em Salvador, na Bahia,ou na capital acreana de Rio Branco,na mansão de Glória Maria!...
Aí vem muitos filmes lindíssimos e sapientíssimos sobre Jesus de Nazaré,ceia natalina,sons,cores,amigos,lembranças e principalmente orações e presentes!Inevitavelmente as pessoas ficam exauridas pelo cansaço.Assim muitos passam o resto do dia 25 dormindo.Outros fazendo outros atos...
E com certeza chega o dia 26.Daí para a frente é mais-do-que-perfeito o momento de nos prepararmos para fazermos o balanço geral do ano que está prestes a acabar.E mais-do-que-rápido chega o reveillón.A euforia chega também com as explosões dos fogos de artifícios nos "Céus"!Então é "Ano Novo"!Tempo de recomeçar!!!